Saturday, October 6, 2007

D20 Modern - Minhas Primeiras Impressões

O nosso grupo, assim como muitos outros grupos de RPG, só jogava D&D medieval, cheio de espadas, mágicas, dragões e fósforos que custavam UMA peça de ouro cada. Até que um dia, o Diego criou uma campanha e nos ofereceu uma nova proposta de jogo, “D20 Modern”. A espada do velho cavaleiro, foi substituída por um revólver, as mágicas deram lugar a uma tecnologia avançada, os dragões sumiram e em seus lugares criaturas extramente inteligentes e complexas de enfrentar surgiram e por fim, os fósforos foram extintos, um simples esqueiro que não custa mais de um dolár e fornece fogo por muito tempo, ascendeu-se. Enfim, a figura de um poderoso chefe da mafia, tornou-se muito mais assutadora do que brigar com um tarrasque “mano a mano”.

 O jogo ocorre em uma época muito futurista, creio eu que em “três mil e lá vai pedrada”. Para dar mais opções aos jogadores o mestre permitiu a escolha de raças já conhecidas além é claro dos humanos, até por isso temos no grupo uma elfa e um tiefling. Bom, pra não perder o costume eu peguei um humano com uma classe o mais semelhante possível do antigo ladino, agora chamado de “ágil”, ele faz praticamente as mesmas coisas e por precaução, peguei alguns talentos relacionados a tiro, já que as armas de fogo agora ocupam o lugar que antes era das adagas, o nome do meu “Gangster” é Flethcer. O Rafael, pensando em algo que se parecesse um guerreiro, escolheu um lutador de artes marcias, pôs o nome dele de Viltombold, mais conhecido como Vil, baixinho e forte como um touro. O Joci se baseou em matrix e fez um ágil com nome de Neo, qualquer semelhança não é mera coincidência! A Kelly pegou uma  elfa e uma classe chamada “dedicada”, uma mulher que entende tudo de moda, cultura pop e coisas da atualidade, o nome que ela pôs foi Dana. O Mauro criou o personagem Excel, um ágil tambem mas, na verdade o sonho dele é ser um “mestre arsenal”, embora ele negue. Por último o personagem mais exótico, tinha que ser do Renato, um tiefling, com chifres e tudo mais, o nome dele é Caim. 

No primeiro dia, tudo foi muito confuso, não entendia-se a que ponto a tecnologia podia ser usada a nosso favor, nem contra nós. Agora passada algumas sessões, tudo está ficando mais claro, o jogo está fluindo, estamos começando a nos acostumar com certas coisas. Carros ao estilo “Need for Speed”, não são mais tão atraentes, celulares e parafernálias tecnologicas já começam a ser compreendidos, armas já estão sendo usadas com mais cautela, robôs já provaram ser aliados e inimigos comuns e por fim o grupo está quase totalmente adaptado ao estilo “pense o que quiser, existe e é possível”.

Tomara que continue assim, embora as vezes eu ainda pense que puxar uma espada longa da bainha e enfrentar um cavaleiro negro, seja mais legal que atirar contra aliens. hehehehe! Eu gosto de fantasia medieval, isso é uma coisa que mesmo que eu tente, não tem como mudar.

Estavamos precisando mudar de cenário por um tempo e eu estou achando muito tri a mudança, o Diego é o cara certo pra nos guiar por esse mundo ainda inexplorado. Então, que venham os novos desafios. 

Posted by Gui Vivian in 21:46:05
Comments

2 Responses

  1. Matheus says:

    caras, estou deixando este post a fim de parabenizar o trabalho de vocês, esse blog realemnte é o melhor em termos de iformações ÚTEIS que eu já encontrei nas minhas caminhadas pela net. Continuem sempre defendo a todo custo essa causa. Força sempre!

  2. joci says:

    bah meu eu to achando o jogo do diego muito tri…ainda mais porque agente nunca jogo um jogo assim e to achando legal pra tudo na vida tem a sua primeira vez…
    mas ó eu ainda to meio perdido nessas coisas mas com o tempo eu me ageito.
    porque eu to achando legal mano
    ha ha ha ha …
    ae falo a todos

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